By ArgoHost
Primeira versão do browser mais popular do planeta após investimentos de Apple e Google no setor tenta defender reinado da franquia IE.
O Internet Explorer 8 chegou à sua versão final nesta quinta-feira (19/03) sem um cenário muito distante daquele em que a Microsoft construiu sua dominação do mercado de browsers. Nos últimos quatro anos, o navegador perdeu cerca de 24 pontos percentuais no setor, segundo a Net Applications
Se durante a década de 90 a Microsoft se beneficiou tanto da extrema popularidade do sistema Windows como veículo de divulgação do IE como de escolhas erradas feitas pelo pioneiro Netscape, o IE8 chega a um setor que nunca esteve tão movimentando.

O IE8 é a primeira atualização feita pela Microsoft no mais popular navegador do planeta após a entrada de dois gigantes da tecnologia entre os navegadores para o Windows: a Apple levou o Safari ao ambiente Windows e o Google surpreendeu o mercado com o Chrome.

“O Firefox vem ganhando constantemente participação de mercado no Windows, enquanto o Safari aproveitou o ganho da Apple nas vendas de Macs e iPhones para ganhar ainda mais mercado”, explica Vince Vizzaccaro, vice-presidente de alianças estratégicas e marketing da Net Applications.

Não bastasse a movimentação de Apple e Google, o Internet Explorer é o principal afetado pelo constante crescimento do rival Firefox, da Mozilla, que vem erodindo a participação do browser da Microsoft na mesma relação em que se populariza.

Do outro lado, as pressões de entidades regulatórias da União Européia forçarão a Microsoft a permitir que o novo navegador seja desabilitado do Windows 7, integração que ajudou a alavancar a popularidade do navegador em versões anteriores. Read more »
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O navegador Google Chrome passará a suportar extensões (add-ons), como o Mozilla Firefox. Ainda não há data, no entanto, para que o programa incorpore a funcionalidade.
Um documento publicado no site voltado para desenvolvedores do navegador discute como as extensões vão funcionar, além de destacar que a sua falta torna o software incompleto para uma parte dos internautas.
A medida pode causar uma migração em massa de usuários do Firefox, usado por 20,78% das pessoas na web, para o Chrome, que ainda tem 0,83% de adeptos. O texto afirma que as pessoas usam navegadores em uma ampla variedade de situações. “Os gostos pessoais são muito diferentes entre um e outro usuário”, afirma o documento. “As funcionalidades de que uma pessoa precisa entram em conflito direto com as preferidas por outra.”
A criação de add-ons viria para resolver esses problemas, uma vez que teria os seguintes objetivos: acrescentar funcionalidades com apelo limitado ou específico; satisfazer usuários de outros navegadores que usam extensões indispensáveis para o seu dia-a-dia; e agregar parceiros que gostariam de adicionar funções ao Chrome.
No documento também há uma lista de possíveis complementos que poderiam ser incorporados. A relação inclui Delicious Toolbar, Stumbleupon, a extensão do Skype que permite ligar para telefones que aparecem em sites, o complemento do Realplayer para salvar vídeos online, Adblock, Flashblock, DownThemAll, FlashGot, ForecastFox, FoxyTunes e BugMeNot, entre outros.
Por enquanto, o desenvolvimento do navegador do Google segue a passos lentos. Na semana passada, o programa ganhou um gerenciador de favoritos – uma função básica em todos os browsers há mais de dez anos.
Fonte: Maurício Moraes, da INFO
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Ontem ao assistir o Jornal da Globo vi uma matéria com o título “Google dá mais um passo na briga com a Microsoft”.
Esta matéria me motivou a pesquisar se realmente o Google vai atingir a Microsoft, ao pesquisar, no google claro, as opiniões das pessoas e suas primeiras impressões, pude perceber que a grande maioria não deixará, em primeiro momento, o navegador web Firefox por causa das suas extensões. Mas não vi nenhum usuário comentando o abandono do Internet Explorer, todos que comentaram em notícias, blogs, fóruns e listas de e-mail só citavam o Firefox, nada de alguém falar que vai deixar o IE.
“Só deixo o Firefox quando Chrome tiver o Firebug”
Há uma década a Microsoft travou uma batalha com o Navegador Netscape e esta briga resultou na quebra do Netscape, mesmo após a AOL comprar o navegador ele não agüentou a pressão da Microsoft e resultou no surgimento do Mozilla Firefox que até ontem era o único “concorrente” do Internet Explorer.
É questão de meses, ou talvez dias para o Chrome suportar extensões como o Firefox e quando ele suportar, o Firefox estará com seus dias contados.
E o Internet Explorer? Vamos aguardar uma bomba nuclear na batalha Google X Microsoft. Pois neste início de troca de tiros, apenas o Firefox está baleado.
Ainda não testou o Chrome? Teste agora.