Primeira versão do browser mais popular do planeta após investimentos de Apple e Google no setor tenta defender reinado da franquia IE.
O Internet Explorer 8 chegou à sua versão final nesta quinta-feira (19/03) sem um cenário muito distante daquele em que a Microsoft construiu sua dominação do mercado de browsers. Nos últimos quatro anos, o navegador perdeu cerca de 24 pontos percentuais no setor, segundo a Net Applications
Se durante a década de 90 a Microsoft se beneficiou tanto da extrema popularidade do sistema Windows como veículo de divulgação do IE como de escolhas erradas feitas pelo pioneiro Netscape, o IE8 chega a um setor que nunca esteve tão movimentando.
O IE8 é a primeira atualização feita pela Microsoft no mais popular navegador do planeta após a entrada de dois gigantes da tecnologia entre os navegadores para o Windows: a Apple levou o Safari ao ambiente Windows e o Google surpreendeu o mercado com o Chrome.
“O Firefox vem ganhando constantemente participação de mercado no Windows, enquanto o Safari aproveitou o ganho da Apple nas vendas de Macs e iPhones para ganhar ainda mais mercado”, explica Vince Vizzaccaro, vice-presidente de alianças estratégicas e marketing da Net Applications.
Não bastasse a movimentação de Apple e Google, o Internet Explorer é o principal afetado pelo constante crescimento do rival Firefox, da Mozilla, que vem erodindo a participação do browser da Microsoft na mesma relação em que se populariza.
Do outro lado, as pressões de entidades regulatórias da União Européia forçarão a Microsoft a permitir que o novo navegador seja desabilitado do Windows 7, integração que ajudou a alavancar a popularidade do navegador em versões anteriores. Read more »
Nova versão do browser ganha funções e promete ser até 35% mais rápida que a atual.
O browser Chrome, do Google, ganhou um novo beta. A nova versão beta do Chrome, já disponível para download, promete ser ainda mais rápida do que a anterior e inclui novidades como os recursos autocompletar, auto-scroll, zoom de página inteira e uma nova forma de arrastar as abas lado a lado.
Desde que o Chrome deixou de ser ‘beta’, em dezembro de 2008, o Google continuou a lançar correções e atualizações, enquanto criava e testava melhorias no browser, informa o blog do Google. “Agora estamos prontos para lançar o próximo beta do Google Chrome para que alguns tenham um feedback inicial de funções que ainda estão em acabamento”, diz a empresa.
De acordo com os testes do Google, o novo beta do Chrome promete ser de 25% a 35% mais rápido do que a versão anterior final e quase duas vezes mais rápido do que a versão beta original do browser.
O Chrome agora passa a contar com um canal beta para publicação de atualizações regulares do browser, incluindo avanços em velocidade, funções e correções, e receber opiniões de usuários. “O canal beta é uma boa forma de ficarmos atualizados sobre o que está funcionando ou não”, observa o Google.
Novo recurso permite criar perfis para diferenciar histórico e página inicial.
Menos de um mês após tirar o browser Chrome de sua versão beta, o Google lançou uma versão alpha do Chrome 2.0, com mais recursos, oferecida pelo Chrome Developer Channel.
Entre as atualizações do navegador do Google, está o recurso de autocompletar, zoom da página e melhorias em correção ortográfica.
Um dos recursos mais interessantes do Chrome 2.0 é o Profiles. Com ele, os usuários podem ter um perfil pessoal e outro profissional, ambos com diferentes páginas iniciais, favoritos e históricos.
Outras possibilidades da segunda versão do Chrome incluem importar os favoritos do Google Bookmarks e arrastar abas.
Além disso, o novo alpha do Chrome usa a ferramenta WebKit atualizada - a mesma do Safari 3.1 - e implementou o SafeBrowsing, que roda apenas sites HTTPS e não carrega páginas com erros no certificado SSL.
Para baixar o alpha do Chrome 2.0, é preciso se inscrever no Developer Preview Channel e ter o browser instalado no PC - a nova versão será baixada automaticamente.
Fonte: Daniel Ionescu, editor da PC World, de São Francisco
Em movimentação contrária à tradição do Google de nunca tirar produtos do beta, buscador anuncia estágio 1.0 do Chrome em resposta a OEMs.
Em uma movimentação contraditória ao seu histórico entusiasmo por produtos e serviços “beta”, o Google anunciou nesta quinta-feira (11/12) que tirará a classificação do navegador Chrome para lançá-lo oficialmente.
Em post no blog oficial do Google, o vice-presidente de gerenciamento de produto, Sundar Pichai, e o diretor de engenharia, Linus Upson, que, ao atingir sua 15ª atualização, o navegador atinge o estágio 1.0.
“Removemos o selo ‘beta’ já que nossas pretensões por estabilidade e performance foram atingidos, mas nosso trabalho está longe de ser finalizado”, afirma a dupla. A possibilidade já havia sido aventada por Marissa Mayer, vice-presidente de produtos do Google, na quarta-feira (10/12).
Problemas recorrentes entre os 10 milhões de usuários ativos, como falhas de áudio e vídeo ou estabilidade, foram corrigidas desde o lançamento do Chrome, em setembro. A velocidade do navegador também foi sofisticada.
O Chrome final ganhou também ferramentas para facilitar a importação ou exportação de links favoritos do usuário entre outros navegadores e condensou em apenas um menu as ferramentas de segurança e privacidade disponíveis.
Mesmo com as melhorias pontuais, o Chrome não tem funções básicas presentes em seus competidores, como preenchimento automático de campos, suporte a RSS ou mesmo extensões.
A jogada tem relação direta com a pressão que fabricantes vêm excercendo sobre o Google para que o navegador venha pré-instalado em máquinas novas - no atual estágio beta, as OEMs se recusam a integrar o navegador.
O navegador Google Chrome passará a suportar extensões (add-ons), como o Mozilla Firefox. Ainda não há data, no entanto, para que o programa incorpore a funcionalidade.
Um documento publicado no site voltado para desenvolvedores do navegador discute como as extensões vão funcionar, além de destacar que a sua falta torna o software incompleto para uma parte dos internautas.
A medida pode causar uma migração em massa de usuários do Firefox, usado por 20,78% das pessoas na web, para o Chrome, que ainda tem 0,83% de adeptos. O texto afirma que as pessoas usam navegadores em uma ampla variedade de situações. “Os gostos pessoais são muito diferentes entre um e outro usuário”, afirma o documento. “As funcionalidades de que uma pessoa precisa entram em conflito direto com as preferidas por outra.”
A criação de add-ons viria para resolver esses problemas, uma vez que teria os seguintes objetivos: acrescentar funcionalidades com apelo limitado ou específico; satisfazer usuários de outros navegadores que usam extensões indispensáveis para o seu dia-a-dia; e agregar parceiros que gostariam de adicionar funções ao Chrome.
No documento também há uma lista de possíveis complementos que poderiam ser incorporados. A relação inclui Delicious Toolbar, Stumbleupon, a extensão do Skype que permite ligar para telefones que aparecem em sites, o complemento do Realplayer para salvar vídeos online, Adblock, Flashblock, DownThemAll, FlashGot, ForecastFox, FoxyTunes e BugMeNot, entre outros.
Por enquanto, o desenvolvimento do navegador do Google segue a passos lentos. Na semana passada, o programa ganhou um gerenciador de favoritos – uma função básica em todos os browsers há mais de dez anos.
Enquanto muitos acreditam no fracasso do Chrome, Google planeja distribuir seu navegador pré-instalado em PCs no próximo ano.
O Google pode fechar acordos com fabricantes para oferecer o Chrome pré-instalado em novos computadores, revelou o vice-presidente de produtos da empresa, Sundar Pichai, em entrevista ao jornal The Times.
Pichai revelou que considera a possibilidade de fazer os “acordos de distribuição” em janeiro de 2009.
A respeito da baixa procura pelo browser, o Google afirma que este não é um sinal de abandono, mas uma simples retenção até o lançamento da versão completa do navegador.
Fontes próximas ao Google disseram que fabricantes como Acer, Dell, HP e Toshiba desejam substituir o Internet Explorer, da Microsoft, pelo Chrome como navegador padrão de seus produtos. Os porta-vozes do Google não confirmaram nem negaram as afirmações e declararam que a empresa “continua a explorar modos de tormar o Chrome mais acessível para um maior número de usuários, o que poderia possivelmente incluir acordos de distribuição com fabricantes”.
Há muito tempo analistas atribuem o sucesso do IE ao fato do browser vir instalado na maioria dos computadores. Com o IE caindo cada vez mais em número de usuários, seria o momento certo para o Chrome apostar na mesma estratégia.
Antes, entretanto, o Google precisa consertar uma série de falhas em seu browser que preocupam seus primeiros usuários. Além disso, o Chrome sequer saiu da versão beta. O Google diz que o melhor está por vir.
As versões do Chrome para Mac e Linux são esperadas para o primeiro semestre de 2009.
Cláudio Freire Júnior, Gerente Administrativo da ArgoHost deu entrevista para o Jornal O Povo sobre o Google Chrome, leiam integra abaixo.
Depois do site de buscas mais famoso do mundo, do Youtube, do Gmail, do Picasa e do Orkut, agora o Google lança o seu navegador. O Chrome, disponibilizado na semana passada em uma versão beta (de testes), em algumas horas já havia se tornado o terceiro browser mais acessado do Brasil. Com código aberto e interface extremamente simples, ele se destaca pela rapidez com que carrega as páginas e a facilidade de uso.
Esses atributos, em pouco tempo, já conquistaram usuários de peso. A ArgoHost, empresa de hospedagem de sites, criou um blog (googlechrome.argohost.net) só para ajudar os usuários que desejam conhecer melhor o novo navegador. “Colocamos um link direto do nosso servidor para facilitar o download”, diz o gerente administrativo da empresa, Cláudio Freire Junior. Como principal referência de comparação, ele usa o navegador Firefox, um concorrente do Internet Explorer que ficou famoso pela rapidez e simplicidade.
“O Chrome é mais rápido que o Firefox”, sentencia Cláudio. Ele também classifica o visual do navegador do Google como mais “limpo”, ou seja, a tela inicial tem poucos botões, é de fácil leitura e ajuda a vida de quem não tem muita experiência com computadores. “Acho que para quem mexe pouco com Internet, ele é bem mais fácil de usar”, afirma.
Opinião parecida tem Márcio Braga diretor de serviços da Ivia, empresa de soluções de Tecnologia da Informação (TI). Ele destaca, principalmente, a rapidez do Chrome na carga das páginas. E o fato do navegador usar o sistema de abas independentes. Cada página é uma delas e, caso aconteça algum travamento, só a aba com problema é fechada.
Um detalhe interessante é que os profissionais procurados por O POVO apontam outros alvos como potenciais “vítimas” do Chrome e não necessariamente o Internet Explorer. “Acho que a questão de rivalizar com o Internet Explorer não depende apenas da competência do concorrente, mas também de uma grande força da Microsoft em alguns setores vitais. Conheço empresas que não conseguem deixar de usar o Windows por causa de aplicações para web que só rodam no Internet Explorer. Acredito que o objetivo do Google deve estar no desenvolvimento de um bom browser para dispositivos móveis”, opina Leonardo Ruoso, consultor de marketing e TI.
Já para Márcio Braga e Cláudio Freire, o primeiro concorrente a sofrer baixas com a chegada do Chrome é mesmo o Firefox. “O perfil do usuário do Internet Explorer é de quem não quer muitos recursos. Por isso, se ele vai se ele vai conseguir tirar os consumidores do Explorer, eu não sei. Mas em relação ao Firefox, é bem possível”, diz Márcio. Ele explica que isso se deve principalmente à rapidez na carga das páginas, um dos atributos mais famosos do Firefox.
Para continuar conquistando os usuários o Chrome precisa aumentar sua gama de recursos. O Firefox tem, por exemplo, vários plugins (aplicações internas, que rodam dentro do browser) que permitem ao usuário personalizar seu acesso à Internet. “Eu tenho plugins, no Firefox, que me dizem qual é o servidor de web que o site usa. Outro memoriza senha de alguns endereços que eu uso”, diz Cláudio.
Esses aplicativos, pelo menos nos primeiros dias de uso, não parecem estar disponíveis no Chrome. Mas como a versão disponível é de testes, muitas novidades ainda devem vir por aí. O certo é que, assim como aconteceu com vários outros serviços ligados ao Google, a Internet provavelmente não será mais a mesma com a presença do novo navegador.
ENTENDA O CHROME
- Com aparência extremamente simples, o Chrome tem poucos botões de comando, colocados nos extremos da página e no meio da barra de endereços
- As páginas são divididas em abas externas. Para criar uma nova, basta clicar no símbolo “+”, colocado mais à direita da última aba aberta
- A barra de status aparece somente durante a operação de carga da página. Isso representa um ganho de espaço na visualização
- O botão de ferramentas é identificado por uma chave de boca, o que torna a configuração do browser bastante intuitiva
- É possível, ainda, ocultar o símbolo dos “Favoritos”, o que resulta em mais espaço para a visualização
- Para adicionar uma página aos “Favoritos”, basta clicar no botão em forma de estrela, ao lado da barra de endereços
Esta matéria me motivou a pesquisar se realmente o Google vai atingir a Microsoft, ao pesquisar, no google claro, as opiniões das pessoas e suas primeiras impressões, pude perceber que a grande maioria não deixará, em primeiro momento, o navegador web Firefox por causa das suas extensões. Mas não vi nenhum usuário comentando o abandono do Internet Explorer, todos que comentaram em notícias, blogs, fóruns e listas de e-mail só citavam o Firefox, nada de alguém falar que vai deixar o IE.
“Só deixo o Firefox quando Chrome tiver o Firebug”
Há uma década a Microsoft travou uma batalha com o Navegador Netscape e esta briga resultou na quebra do Netscape, mesmo após a AOL comprar o navegador ele não agüentou a pressão da Microsoft e resultou no surgimento do Mozilla Firefox que até ontem era o único “concorrente” do Internet Explorer.
É questão de meses, ou talvez dias para o Chrome suportar extensões como o Firefox e quando ele suportar, o Firefox estará com seus dias contados.
E o Internet Explorer? Vamos aguardar uma bomba nuclear na batalha Google X Microsoft. Pois neste início de troca de tiros, apenas o Firefox está baleado.
Você por acaso escolheu instalar o Chrome sem google gears e se arrependeu? eu fiz assim, agora quando eu acesso http://gears.google.com diz que meu browser não é suportado.